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20 de ago de 2014

A ONDA SESSENTISTA

Ela chegou devagar silenciosa como um tsunami, e  finalmente invadiu a moda do inverno 2014 internacional.
Quem é mais atencioso já percebeu que o mood já andava batendo nas passarelas de lá para cá . O excesso do preto e branco, os grafismos tipo op arte, os  mealizados futuristas , a vola das mules. Não podemos dizer que não  fomos avisados.
A vez do MOD . Quando se fala em "anos 1960", a palavra-chave é rebeldia - ainda que , se  comparadas com os hábitos atuais, aquelas mulheres  parecessem as maiores  boas moças da paróquia. Mas é preciso  acionar a lente que coloca tudo em perspectiva: elas estavam rompendo com tradições e abrindo, não a espada, mas a força do pincel do delineador, uma estrada restrita , em que  só podiam entrar a cinturas finas do New Look, de Dior, que dominou a década de 1950. A estética  mod era udo que elas precisavam para expressar uma nova vontade em comum: Celebrar a liberdade.
As transformações  foram drásticas. Cores suaves ganharam matizes vibrantes, as saias godê mídi 
 saias mídi  se transformam em evasê curtas 



sapatos sabrina se transforma em botas de salto quadrado.



se transformaram  em evasé curtas , o escarpim  de alto sabrina virou bota de salto quadrado e a cintura desapareceu nos vestidos  - tanto nos minivestidos (do tipo camiseta)  que Mary Quant  ajudou a popularizar quanto  no hoje clássico modelo Mondrian, de Yves Saint Laurent, apresentado  em 1965.


 as cintura desapareceu.

LISTA DE DESEJOS 
Vale qual quer peça inspirada na op art 
Uma capa de Sanit Laurent Paris 
Vestido evasê + blusa de gola rulê Luis Vuitton.
Uma bota de cano alto Gucci.
Vestido reto de Mary Katrantzou feito de renda, com transparência digna  de Jane  Birkin e com efeito de paletas futuristas.  
Op art 

Op art é um termo usado para descrever a arte que explora a falibilidade do olho e pelo uso de ilusões ópticas.
A expressão "op-art" vem do inglês (optical art) e significa “arte óptica”. Defendia para arte "menos expressão e mais visualização". Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca o mesmo.
Os trabalhos de op art são em geral abstratos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar-se.








Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. Ela não tem o ímpeto atual e o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades. Por outro lado, suas possibilidades parecem ser tão ilimitadas quanto as da ciência e da tecnologia.
O termo surgiu pela primeira vez na Time Magazine em Outubro de 1964, embora já se produzissem há alguns anos trabalhos que hoje podem ser descritos como "op art". Sugeriu-se que trabalhos de Victor Vasarely, dos anos 1930, tais como Zebra (1938), que é inteiramente composto por listas diagonais a preto e branco, curvadas de tal modo que dão a impressão tridimensional de uma zebra sentada, devem ser consideradas as primeiras obras de op art.
Em 1965, uma exposição chamada The Responsive Eye (O Olho que Responde), composta inteiramente por trabalhos de Op Art, abriu em Nova Iorque. Esta exposição fez muito para trazer a op art à ribalta, e muitos dos artistas hoje considerados importantes no estilo exibiram lá trabalhos seus. Em seguida, a op art tornou-se tremendamente popular, e foram usadas imagens de op art em vários contextos comerciais. Bridget Riley tentou processar uma empresa americana, sem sucesso, por usar um dos seus quadros como base para um padrão de tecido.
Bridget Riley é talvez a mais conhecida dos artistas de op art. Inspirando-se em Vasarely, pintou uma série de quadros só com linhas pretas e brancas. No entanto, em vez de dar a impressão de um objecto do mundo real, os seus quadros deixavam frequentemente a impressão de movimento ou cor.
Mais tarde, Riley produziu trabalhos coloridos, e outros artistas de op art também trabalharam com cor, embora estes trabalhos tendam a ser menos conhecidos. Contrastes violentos de cor são por vezes usados para produzir ilusões de movimento similares às obtidas a preto e branco.
Bridget Riley


Bridget Riley nasceu em Norwood, South London em 1931 Seu pai, John Fisher Riley, originalmente de Yorkshire, foi uma impressora, como era seu pai antes dele. Em 1938, seu pai mudou-se o negócio de impressão de Lincolnshire ea família mudou-se com ele.
A família era não gastar muito tempo em Lincolnshire. Em 1939, quando eclodiu a guerra que seu pai foi convocado para as forças armadas. Bridget, junto com sua irmã, mãe e tia passou a viver em Cornwall longe dos perigos da blitz. 
Em Cornwall, Riley teve grande liberdade como uma criança e passou muito de seu tempo jogando sobre as falésias e praias perto de Padstow onde ela morava. Ela passou horas observando as mudanças de luz, cor e formações de nuvens e armazenados longe do que viu na memória. Mais tarde, ela disse que essas memórias de infância tiveram um grande impacto em sua consciência visual durante toda a sua vida.

3 FILMES DOS ANOS 60 MAIS ATUAIS DO QUE NUNCA 
  DEPOIS DAQUELE BEIJO

SOBRE O FILME

    Blow up (1966) é o primeiro filme em inglês de Antonioni, e foi concebido a partir do conto “As babas do Diabo”, do argentino Júlio Cortázar. Blow up, também, é e foi considerado o seu maior sucesso internacional, embora ele tenha enfrentado, com este filme, o difícil tema da impossibilidade da percepção objetiva das coisas. O filme teve, talvez pela sexualidade, pelas músicas, pelo apelo do mundo da moda, boa recepção popular.
    Com Blow up Antonioni questiona o que é realidade, o que é real. Para o diretor da Cahiers du CinémaJean-Michel Frodon (em entrevista à Folha de São Paulo, em 5/08/2007), Blow up está na origem de muita coisa feita no cinema americano nos anos 70 e 80, influenciou Francis Ford Coppola, Brian de Palma, Steven Spielberg e David Cronenberg”.


BONEQUINHA DE LUXO 

Sinopse e detalhes


Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany`s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.

A BELLA DA TARDE


A história de Séverine (Catherine Deneuve), jovem rica e infeliz que procura um discreto bordel para realizar suas fantasias sexuais e conseguir o prazer que seu marido não consegue lhe dar.
CINCO MODELOS QUE MARCARAM  OS ANOS 60s





A primeira supermodelo- foi Vera  Von Lehndorff - mais conhecida como Veruschka - Uma referência até hoje no mundo da moda. Ela foi recusada em vários trabalhos por que tinha uma altura incomum 
1.90 m.
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Top model - A mais popular das modelos de  sua geração, Twiggy influenciou a  estética e os padrões da década com sua silhueta quase intantil , o corte de cabelo mais curto que o Vidal Sassoo da época, o côncavo das pálpebras bem marcado e cílios postiços  que são referência até hoje. Era o verdadeiro retrato da androginia.
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Longilínea -  Uma das famosas namoradas e uma das primeiras  pupilas do fotógrafo David Bailey, Jean Shrimpton alcançou a fama no final da década. Foi apelidada pelos ingleses  de "o camarão" por causa do longo pescoço e do corpo longilíneo. Em 2012, a Time a incluiu na lista das 100 personalidades mais marcantes da moda.
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Penelope Tree - A modelo que instaurou  " a não nobreza " no mundo da moda. foi também  transgressora: o look  com fendas que usou no  histórico Black and White Ball de Truman Capote , em 1966, era para Anthony Vaccarello nenhum botar defeito.
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Donyale Luna foi a  primeira modelo negra a estampar uma capa de revista  de moda. Além de aparecer em filmes de Andy Warhol, ela ainda mosrou seu lado atriz no emblemático  Quem é Polly Maggoo? , Filme de 1966, que retratava o mundo da moda sob o olhar das modelos, e na obra Satyricon, de 1969, de federico Fellini.
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